Propaganda perfeita! AMEI!
Já esquentando pra Copa!
Quem tá no Brasil já deve ter visto, mas para os compatriotas canadenses, aí vai:
Hahahah! A hora do sambinha é ótima!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Novos olhares

A amiga chega e recheia o blog dela com as primeiras impressões de Montréal. Não pude deixar de replicar aqui esse olhar "externo". Quem quiser acompanhar o blog sol sustenido e as primeiras impressões de uma recém-chegada não-imigrante à Montréal, vai lá!
Impressões da quase primeira semana (bom pra quem ainda não veio):
"É difícil organizar o pensamento quando tudo é novidade, pois há um cansaço natural por ter que ter uma observação mais atenta. Então pra tentar compartilhar aqui no blog criei um método de palavras-chaves que é assim: vou escrever as primeiras palavras que vierem na cabeça com força, na hora que eu tiver que parar pra pensar, vou considerar que os temas se esgotaram e aí passarei pra segunda parte do plano que é contar um pouco de cada coisa. Ça va? Então vamos lá: governo, malucos do metro, bilingue, temperatura, parques, silêncio, café, biblioteca, curso(…)Pronto. C`est correct? Oui? Allors, já falei umas três vezes aqui assim: Ai, adoro um governo paternalista! Rsrs Claro que é uma expressão bem solta e querendo fazer graça pros interlocutores, mas a coisa é que Montreal dá uma esperança de que é possível ter um Estado servidor do cidadão e, na contra-mão, Montreal dá uma tristeza de pensar que meu amado Rio de Janeiro está meio que abandonado pelo poder público, e por nós mesmos. Quando eu falo de um Estado servidor, basicamente me refiro a três coisas: transporte, educação e lazer, pois são por essas três que eu transito; O transporte em si não é barato (e não estou convertendo a moeda não, estou pensando em dollar!), mas funciona muito bem. O metro te leva para todos os lados da cidade e os pontos em que ele não chega, tem as linhas de ônibus. O preço eu comparo com outras duas situações que eu conheço, se tratando de transporte público mesmo (não é privatizado), ele é mais caro do que Buenos Aires e mais barato do que Sevilla. Mas tem um esquemão aqui que é o passe mensal, custa 70 dolares e vale pro mes inteiro (onibus e metro), sem limite de uso. Tem gente que já fez as contas e disse que vale a pena. E deve valer mesmo, pois em uma semana eu já teria gasto isso entre minhas idas e vindas pela cidade. E se transformássemos o custo para nossa moeda (Real, R$) também seria interessante, pois mensalmente gasta-se mais do que 140 reais andando por aí, nao? As estações do metro são bem perto uma da outra, eu diria que uma distância 1x3 ou 4 pensando em termos cariocas; ou seja, pra cada mudança de estaçao no Rio, eu já teria mudado 3 ou 4 aqui. Ah! A cidade é bem sinalizada, mas a gente (brasileiro) se confunde um pouco porque nós não temos o hábito de pensar leste-oeste-norte-sul; aqui é fundamental ter o mínimo de senso de direção nestes termos, pois uma mesma rua pode cortar a ilha inteira e aí se você der mole, pode acabar no lado oposto que você queria ir! E na rua na hora de pedir informação eles podem falar alguma coisa nesses termos, tipo: segue reto pela Saint Laurent north. Sacou? Bem, educação eu estou considerando os aparatos de apoio, especialmente as bibliotecas, e tudo aquilo que já ouvi falar pelos amigos imigrantes Gabie e Batone, e amigos deles também. Bem, parece fáicl conseguir um crédito do governo pra investir num curso, seja técnico ou de formação superior. Um conhecido deles aqui foi orientando pelo seu conselheiro profissional (um serviço do governo, tipo um SAT, de qualificação e recolocação no mercado) a fazer um curso de um programa X, não lembro o nome, mas sei que no Brasil é bem caro, pois é tipo um AutoCad com AfterEfects, rsrs Aí o cara foi e pegou um empréstimo com juros super baixo, pagou o curso e antes mesmo de terminar, já estava empregado, ele agora trabalha na rival da Lego desenvolvendo peças de brinquedos. Vidão! Huahauahua E ele disse que a formaçao dele aqui, Designer, na graduação este curso faz parte da grade e coisa e tal. Parece que funciona bem este lance de conselheiro profissional, você vai e diz no que quer atuar, eles avaliam seu currículo (as famosas skills!) e te dizem o que deve ser feito. Eu imagino que se estiver tudo ok, eles devem orientar também em como se preparar pra entrevistas e montar o currículo. Imagino não, eles fazem isso sim… Bem, e as bibliotecas são de chorar de nervoso que dá no coração ver tudo aquilo tão acessível! A Grande Biblioteca, que fica no centro na estação Berri-UQAM, ocupa quase um quarteirão inteiro, além dos livros (técnicos, de literatura, infantis e tudo mais!), ela também tem filmes. O cidadão vai e se cadastra, não tem taxas, e pode usufruir de tudo, inclusive com empréstimos de até 15 itens, parece. Aqui no bairro da Gabie, Ahuntsic, tem uma versao mini que já é enorme. Além dos livros e filmes, a biblioteca promove diversas atividades. Well, en suivant, penso que a opção de lazer é bem variada; além da programação cultural dia-a-dia, dos festivais de verão (cinema, jazz, teatro, dança) a cidade tem um estímulo para os esportes. É fácil encontrar parques públicos maravilhosos, com area pra caminhadas, ciclovias e area verde pras pessoas praticarem um pouco de beisebol, aqueles pratinhos voadores, futebol… Além disso, já achei quadras de tenis e outras poliesportivas espalhadas por aí em excelente qualidade, além dos centros comunitários de cada região (norte, sul, leste, oeste), que tem quadras cobertas e tem piscina aquecida! Um luxo! Aliás, daqui a pouco vou lá nadar! Hahaha A única coisa que paga aqui é a praia! Kkkk!Mas óh, o básicão é tudo gratuito, tudo em perfeito estado de conservação. E o que não for de graça, é uma taxa bem pequena. Por exemplo, num dos centros esportivos que visitei, por estar só de passagem em Montreal, eu teria que pagar 2 dolares pra usar a piscina toda vez, ou 20 por mes. Mas no centro aqui do bairro da Gabie não vao me cobrar – walla!!
Acho que escrevi muito. :-) O próximo tema, malucos do metro, ficará pra depois da natação. Voilá e à bientôt!!!"
sábado, 10 de abril de 2010
Desejo, necessidade, vontade.
Aqui em Montréal pra comer cultura a gente tem a bela opção que é o Accès Montréal Card. Pra fazer o cartãozinho você paga a módica quantia de 6$ e durante um ano você pode ter descontos e ingressos gratuitos na maior parte dos equipamentos culturais da cidade.
Eu mesma vivo dando um bordejo aqui na casa de cultura da esquina. Frequentamos teatro, show de jazz, rock, exposições... tudo, mas tudinho mesmo de graça! E de qualidade, claro.
O Accès Montréal é o que um amigo querido daqui costuma chamar de "vale-night".
Lá no Brasi, nossa terrinha de origem, a Comissão de Educação e Cultura está terminando de aprovar o Vale-Cultura.
O Vale-Cultura de 50 reais será dado mensalmente à todo trabalhador com carteira assinada e que ganhe até 5 salários mínimos por mês. O vale, claro, só poderá ser usado em atividades culturais (teatro, cinema, shows, etc) e será um incentivo pra tantos que nunca entraram numa sala de cinema, num museu ou assistiram uma apresentação de dança.
Prestenção: o post não é político, ok?! Mas não pude deixar de ressaltar, admirar e compartilhar aqui com vocês a iniciativa.
Sobretudo porque sei na pele o que a arte pode fazer por nós.
Se aqui no Canadá a gente fica que nem bobo achando tudo maravilhoso, perfeito, organizado (apesar da corrupção que também rola solta), ou seja, exercendo profundamente nosso olhar colonizado, por que não admitirmos que projetos como esse no Brasil fazem toda diferença também?
Iniciativas desse tipo são bem vindas em qualquer lugar, aqui e acolá.
E porque a gente não é bobo nem nada :
Eu mesma vivo dando um bordejo aqui na casa de cultura da esquina. Frequentamos teatro, show de jazz, rock, exposições... tudo, mas tudinho mesmo de graça! E de qualidade, claro.
O Accès Montréal é o que um amigo querido daqui costuma chamar de "vale-night".
Lá no Brasi, nossa terrinha de origem, a Comissão de Educação e Cultura está terminando de aprovar o Vale-Cultura.
O Vale-Cultura de 50 reais será dado mensalmente à todo trabalhador com carteira assinada e que ganhe até 5 salários mínimos por mês. O vale, claro, só poderá ser usado em atividades culturais (teatro, cinema, shows, etc) e será um incentivo pra tantos que nunca entraram numa sala de cinema, num museu ou assistiram uma apresentação de dança.
Prestenção: o post não é político, ok?! Mas não pude deixar de ressaltar, admirar e compartilhar aqui com vocês a iniciativa.
Sobretudo porque sei na pele o que a arte pode fazer por nós.
Se aqui no Canadá a gente fica que nem bobo achando tudo maravilhoso, perfeito, organizado (apesar da corrupção que também rola solta), ou seja, exercendo profundamente nosso olhar colonizado, por que não admitirmos que projetos como esse no Brasil fazem toda diferença também?
Iniciativas desse tipo são bem vindas em qualquer lugar, aqui e acolá.
E porque a gente não é bobo nem nada :
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Pra quem tem cabelo Kurosawa
É claro que não podia dar noutra e disso todo mundo sabe: a população de imigrantes chineses é imensa aqui no Canadian. E como retirantes profissionais que são, os chineses sabem fazer sua rede, seu bairro, seu um e noventa e nove ou sua pastelaria onde quer que estejam. E Montréal, cosmopolita que é, também tem seu bairro chinês com lojinhas, restaurantes, chineses, turistas e cabeleireiros.
Meu marido tem o que ele chama de problema (na minha época era salvação): ele tem o cabelo bão, liso, fininho, sedoso, brilhooooso, coisa fina mesmo.
E por conta desse "problema" o bichinho vive se danando na mão de cabeleireiros acostumados com coisas mais intensas, miscelânicas, tipo raiz forte. Então pra deixar o cabelo dele com cara de cuia ou playmobil é um pulo.
Aí, cansado de permanentes, raspagens e afins, o marido teve a idéia brilhante de cortar o cabelo no bairro chinês por recomendação do amigo Yoshida, habitué do local.
Pegamos o feriado de segunda e mandamos brasa na China. Compramos temperinhos e coisinhas orientais que sempre quisemos comprar mas não tínhamos o apelo visual shoppístico pra nos incentivar. Lá é quase impossível sair sem um gergelinzinho ou um missô pra compor a onda soja de equilíbrio oriental.
Finalmente, entramos no cabeleireiro e só tinha cliente japa ou china. Batone ficou feliz da vida, na TV novela chinesa e na revista muita fofoca também em chinês.
O problema era que o cara só falava inglês e nosso chinês tava meio enferrujado. Pra explicar o corte era só na base dos grunidos: Nhô...Inhri...Nhac... Enfim, ele acalmou o Batone e disse "shaonshin yêi", apontando pra cadeira. Nos olhamos, respiramos fundos e entregamos a nuca nas mãos de Sai Baba.

Passados alguns minutos o cara veio com o espelhinho e o marido deu aquela respirada e liberou o sorriso: ahhh, ficou ótimo!

O corte muderno custou apenas 9 $, e a sensação de estar na China não tem preço.
Então, pra quem tem esse cabelo coisa fina, pode ir lá sem medo que os caras vão saber o que fazer, mesmo que você não saiba o que dizer. Yay!
Ah, e no fim o cara ainda passou essa pastinha aí, pra ajudar o cabelo liso a ficar duro (tadinhos, né?).
A pastinha era cara, custava 17 $, então a gente comprou uma da Loreal, similar, na farmácia mesmo, por 6,99 $.
Hoje de manhã o marido saiu super contente com o cabelo duro dele!
Meu marido tem o que ele chama de problema (na minha época era salvação): ele tem o cabelo bão, liso, fininho, sedoso, brilhooooso, coisa fina mesmo.
E por conta desse "problema" o bichinho vive se danando na mão de cabeleireiros acostumados com coisas mais intensas, miscelânicas, tipo raiz forte. Então pra deixar o cabelo dele com cara de cuia ou playmobil é um pulo.
Aí, cansado de permanentes, raspagens e afins, o marido teve a idéia brilhante de cortar o cabelo no bairro chinês por recomendação do amigo Yoshida, habitué do local.
Pegamos o feriado de segunda e mandamos brasa na China. Compramos temperinhos e coisinhas orientais que sempre quisemos comprar mas não tínhamos o apelo visual shoppístico pra nos incentivar. Lá é quase impossível sair sem um gergelinzinho ou um missô pra compor a onda soja de equilíbrio oriental.
Finalmente, entramos no cabeleireiro e só tinha cliente japa ou china. Batone ficou feliz da vida, na TV novela chinesa e na revista muita fofoca também em chinês.
O problema era que o cara só falava inglês e nosso chinês tava meio enferrujado. Pra explicar o corte era só na base dos grunidos: Nhô...Inhri...Nhac... Enfim, ele acalmou o Batone e disse "shaonshin yêi", apontando pra cadeira. Nos olhamos, respiramos fundos e entregamos a nuca nas mãos de Sai Baba.

Passados alguns minutos o cara veio com o espelhinho e o marido deu aquela respirada e liberou o sorriso: ahhh, ficou ótimo!

O corte muderno custou apenas 9 $, e a sensação de estar na China não tem preço.
Então, pra quem tem esse cabelo coisa fina, pode ir lá sem medo que os caras vão saber o que fazer, mesmo que você não saiba o que dizer. Yay!
Ah, e no fim o cara ainda passou essa pastinha aí, pra ajudar o cabelo liso a ficar duro (tadinhos, né?).
A pastinha era cara, custava 17 $, então a gente comprou uma da Loreal, similar, na farmácia mesmo, por 6,99 $.
Hoje de manhã o marido saiu super contente com o cabelo duro dele!
terça-feira, 23 de março de 2010
Ménage com ou sem filhos
Quem foi atraído pelo título do post pode ir se acalmando porque o papo aqui é pra gente direita, famílias sérias, muito sérias. A novidade é que a prefeitura de Montréal anunciou ontem que, até o fim de 2010, vai desenvolver uma série de medidas para combater o êxodo da população.
Pra quem não sabe, Montréal acaba sendo o ponto de chegada e o de partida de boa parte dos imigrantes, que optam primeiro por se instalar em uma grande cidade e depois acabam se remanejando pra cidades vizinhas ou até outras províncias do país. Isso por fatores diversos, o principal deles, claro, emprego.
Pra não perder essa fatia, alguns benefícios estão sendo desenvolvidos por aqui, que vão desde vantagens e descontos pra famílias que optam por transporte público até compra da casa própria.
Pra facilitar a compra do primeira casa, uma das medidas é que casais com filhos (ménage avec enfant, viu!?) vão ter o reembolso de 100% da taxa de Bienvenue, que você é obrigado a pagar quando adquire um imóvel por aqui. Casais sem filhos (ménage sans enfant, ah bom!) terão direito ao reembolso de 40% do Bienvenue.

Outro incetivo é que o programa de acesso à propriedade vai ganhar um gás, ou seja, a soma de 10 000$ que era oferecida na compra da primeira casa será aumentada para 12 500$, pra quem vai comprar uma casa de 3 quartos ou mais.

Programas desse tipo são sempre bem-vindos, mas cuidado para não se empolgar. Vários fatores determinam nossa permanência num lugar: casa, entorno, trabalho, transporte, amigos, vida cultural, parques, etc. O negócio é ter calma e pesquisar bastante, compre se puder pagar, pra não virar aquele quiprocó que foi a crise do mercado imobiliário americano.
Boa sorte!
Mais informações aqui.
--
Fonte: jornal 24h
Pra quem não sabe, Montréal acaba sendo o ponto de chegada e o de partida de boa parte dos imigrantes, que optam primeiro por se instalar em uma grande cidade e depois acabam se remanejando pra cidades vizinhas ou até outras províncias do país. Isso por fatores diversos, o principal deles, claro, emprego.
Pra não perder essa fatia, alguns benefícios estão sendo desenvolvidos por aqui, que vão desde vantagens e descontos pra famílias que optam por transporte público até compra da casa própria.
Pra facilitar a compra do primeira casa, uma das medidas é que casais com filhos (ménage avec enfant, viu!?) vão ter o reembolso de 100% da taxa de Bienvenue, que você é obrigado a pagar quando adquire um imóvel por aqui. Casais sem filhos (ménage sans enfant, ah bom!) terão direito ao reembolso de 40% do Bienvenue.

Outro incetivo é que o programa de acesso à propriedade vai ganhar um gás, ou seja, a soma de 10 000$ que era oferecida na compra da primeira casa será aumentada para 12 500$, pra quem vai comprar uma casa de 3 quartos ou mais.

Programas desse tipo são sempre bem-vindos, mas cuidado para não se empolgar. Vários fatores determinam nossa permanência num lugar: casa, entorno, trabalho, transporte, amigos, vida cultural, parques, etc. O negócio é ter calma e pesquisar bastante, compre se puder pagar, pra não virar aquele quiprocó que foi a crise do mercado imobiliário americano.
Boa sorte!
Mais informações aqui.
--
Fonte: jornal 24h
quarta-feira, 17 de março de 2010
Estudar ou Trabalhar?
Recebi cartas de alguns dos nossos queridos telespectadores com dúvidas sobre cursos, universidades e escolhas a fazer com relação ao estudo aqui no Québec. As dúvidas vão desde cursos do Cégep, técnico e profissional, até o 3º ciclo, ou seja, doutorado.
Vamos começar, meu amigo, minha amiga retirante, com a seguinte premissa: você precisa saber onde quer chegar. Como dizia o poeta: "comece com o objetivo em mente" (ok, não é poeta, é um autor de livro de auto-ajuda que uma amiga vive citando e, de tanto citar, virou poesia).
As experiências e desdobramentos por aqui são os mais diversos. Vai do empenho, do conhecimento da língua, de estar no lugar certo na hora certa. Até aí nada de muita novidade.
Minha equipe de produção foi às ruas e perguntou ao povo "qual foi o caminho percorrido até chegar no trabalho desejado?" (sim, porque tem a opção do trabalho não desejado, que serve pra pagar as contas, treinar seu francês, fazer amigos, ou até mesmo inimigos. Tudo muito proveitoso se você consegue ver o lado positivo das coisas. E outra coisa né gente: o trabalho dignifica o homem!).
E atenção, o nosso vox populi indica que muitos passaram a ter mais respostas ao envio de currículos depois que fizeram um curso aqui. ÓÓÓÓ!!! Clap, clap, clap!

Mesmo quem tinha experiência, boa formação e classe sentiu uma leve mudança quando incluiu no currículo um cursinho québecois.
Isso não é regra, claro, mas pode ser um bom começo pra sua vida no lado norte e uma boa forma de integração na língua, nos termos técnicos de sua profissão e até mesmo com os québécois.
E sem contar que, muitas vezes, do curso você já pode engatar direto no trabalho... Tenho um amigo querido que foi um aluno tão dedicado e empenhado que acabou sendo indicado pelo próprio professor do curso para a empresa que ele tanto queria, é menina! (Não estou fofocando, Ok? Só comentando com você.).
Há também a opção de estudar e trabalhar, principalmente pra quem está estudando em tempo parcial e quer levantar mais uma graninha e/ou experiência. Fato é que estudar não faz mal à ninguém e se você optou por esse caminho mergulhe fundo nele, quer dizer, estude. O resultado vai vir naturalmente. Quem viver verá!
Ok, mas vocês vão me dizer, e com razão, que uma coisa que embola o meio de campo pra quem está no processo de mudança e pesquisa é que quando se está no Brasil há tanta coisa pra resolver, cartas e formulários pra enviar, trabalhos pra terminar, que a gente passa longe dessa pesquisa de cursos daqui.
Bom, se algum telespectador se encontra na mesma situação que ficou a amiga aqui, vai aparecer aí no canto inferior do seu vídeo os sites com as informações básicas que vão te ajudar a iniciar a sua pesquisa. (Solta aí Cezinha).
Então, boa escolha e até o próximo programa!
Tchau!
------
Cursos de Cégeps (formação profissional ou técnica): http://inforoutefpt.org/
Atenção aos tipos de cursos! O AEC é mais curto e serve como um complemento de alguma ferramenta que está faltando pra você, por exemplo, você é designer e falta um software essencial pra que você possa se colocar no mercado, aí você faz o AEC.
O DEC é mais longo, quase um equivalente de uma graduação e em geral é escolhido pelos que estão mudando de área profissional, mas não é regra, pois você pode fazer um DEC da mesma área de formação no Brasil. Já viu, né? Regras por aqui não existem, mas sim objetivos!)
Universidades em francês: UdeM, UQaM
Universidades em inglês: McGill, Concordia
Prêt et Bourse do governo (com ele você paga a faculdade e recebe uma bolsa de estudos enquanto estiver estudando. Depois de formado você só precisa reembolsar o empréstimo, ou seja, o prêt).
Vamos começar, meu amigo, minha amiga retirante, com a seguinte premissa: você precisa saber onde quer chegar. Como dizia o poeta: "comece com o objetivo em mente" (ok, não é poeta, é um autor de livro de auto-ajuda que uma amiga vive citando e, de tanto citar, virou poesia).
As experiências e desdobramentos por aqui são os mais diversos. Vai do empenho, do conhecimento da língua, de estar no lugar certo na hora certa. Até aí nada de muita novidade.
Minha equipe de produção foi às ruas e perguntou ao povo "qual foi o caminho percorrido até chegar no trabalho desejado?" (sim, porque tem a opção do trabalho não desejado, que serve pra pagar as contas, treinar seu francês, fazer amigos, ou até mesmo inimigos. Tudo muito proveitoso se você consegue ver o lado positivo das coisas. E outra coisa né gente: o trabalho dignifica o homem!).
E atenção, o nosso vox populi indica que muitos passaram a ter mais respostas ao envio de currículos depois que fizeram um curso aqui. ÓÓÓÓ!!! Clap, clap, clap!

Mesmo quem tinha experiência, boa formação e classe sentiu uma leve mudança quando incluiu no currículo um cursinho québecois.
Isso não é regra, claro, mas pode ser um bom começo pra sua vida no lado norte e uma boa forma de integração na língua, nos termos técnicos de sua profissão e até mesmo com os québécois.
E sem contar que, muitas vezes, do curso você já pode engatar direto no trabalho... Tenho um amigo querido que foi um aluno tão dedicado e empenhado que acabou sendo indicado pelo próprio professor do curso para a empresa que ele tanto queria, é menina! (Não estou fofocando, Ok? Só comentando com você.).
Há também a opção de estudar e trabalhar, principalmente pra quem está estudando em tempo parcial e quer levantar mais uma graninha e/ou experiência. Fato é que estudar não faz mal à ninguém e se você optou por esse caminho mergulhe fundo nele, quer dizer, estude. O resultado vai vir naturalmente. Quem viver verá!
Ok, mas vocês vão me dizer, e com razão, que uma coisa que embola o meio de campo pra quem está no processo de mudança e pesquisa é que quando se está no Brasil há tanta coisa pra resolver, cartas e formulários pra enviar, trabalhos pra terminar, que a gente passa longe dessa pesquisa de cursos daqui.
Bom, se algum telespectador se encontra na mesma situação que ficou a amiga aqui, vai aparecer aí no canto inferior do seu vídeo os sites com as informações básicas que vão te ajudar a iniciar a sua pesquisa. (Solta aí Cezinha).
Então, boa escolha e até o próximo programa!
Tchau!
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Cursos de Cégeps (formação profissional ou técnica): http://inforoutefpt.org/
Atenção aos tipos de cursos! O AEC é mais curto e serve como um complemento de alguma ferramenta que está faltando pra você, por exemplo, você é designer e falta um software essencial pra que você possa se colocar no mercado, aí você faz o AEC.
O DEC é mais longo, quase um equivalente de uma graduação e em geral é escolhido pelos que estão mudando de área profissional, mas não é regra, pois você pode fazer um DEC da mesma área de formação no Brasil. Já viu, né? Regras por aqui não existem, mas sim objetivos!)
Universidades em francês: UdeM, UQaM
Universidades em inglês: McGill, Concordia
Prêt et Bourse do governo (com ele você paga a faculdade e recebe uma bolsa de estudos enquanto estiver estudando. Depois de formado você só precisa reembolsar o empréstimo, ou seja, o prêt).
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sábado, 6 de março de 2010
Bairros - Sugestão
Há 6 meses estamos em Montréal e tenho certeza que ainda vamos ter muitas surpresas em relação à cidade. Lembro que quando estávamos para nos mudar não tínhamos a menor referência de bairros pra morar. Confiamos no bom gosto de nossos amigos Vanessa e Muryllo e começamos à pesquisar ainda no Brasil apartamentos pelos arredores do bairro de Ahuntsic (mais precisamente pelos arredores do metrô Henri-Bourrassa que a gente não é bobo nem nada). Enfim, saiu tudo como planejamos e cá estamos ora pois pois.
Não sei qual é o bairro melhor ou pior da cidade, mais barato ou mais caro, só sei que aqui tá bão demais! Ahuntsic tem tudo que a gente precisa: meia quadra pro lado tem o metrô, duas pra frente tem biblioteca, a casa de cultura (com quintas de jazz!), parque, restaurante, SAQ... mais duas adiante e tem também o banco, a farmácia, cafés, lojinhas, floristas, igreja (falo do bazar minha gente, que é ótimo, mas quem quiser pra rezar ela também é ótima). Algumas quadras no sentido contrário tem amiguinhos da rua (Van e Mu, Paula e Boto, Mimi e Germain), supermercado e mais farmácia. Três quadras depois do metrô tem até um... rio! Que serve muito bem pra nos lembrar que estamos numa grande ilha. Enfim, tudo à 15 minutos do centro da cidade de metrô.
Bem, mas até aí nada além do mínimo que um bairro deve oferecer pra ser reconhecido como tal: serviços. Agora vem o tchan da coisa: o charme do bairro não está em ter esse comércio disponível, mas justamente no fato de ser um comércio tão peculiar, tão próprio, tão fofinho. As lojas conhecidas, os grandes magazines, estes não estão por aqui não. O que tem são lojinhas familiares, uma coisa meio Visconde de Mauá, meio cidade do interior, meio cenário de novela, sabe?
Resumindo, Ahuntsic, com esse nome esquisito e onomatopéico mesmo, é um condomínio de 23 km quadrados onde 125 mil moradores vivem como numa casinha de sapê. Quem tá em dúvida do que será que será pode começar a vida por aqui que não vai se arrepender. O clima de cidade do interior reina e a vida parece pura e nos eixos. Ahuntisic é meu Canadá, meu Canadazinho.
Numa manhã de sábado, Ahuntsic amanheceu assim:








Vou lançar uma campanha: "Fale do seu Bairro", estilo João Buracão. Pode falar bem ou mal, desde que fale a verdade! Ajuda muito quem está pra vir e não faz idéia de onde se instalar. E serve pra quem já tá aqui ficar mais por dentro de Montréal também!. Então, meu amigo, minha amiga, fale do seu bairro!
Não sei qual é o bairro melhor ou pior da cidade, mais barato ou mais caro, só sei que aqui tá bão demais! Ahuntsic tem tudo que a gente precisa: meia quadra pro lado tem o metrô, duas pra frente tem biblioteca, a casa de cultura (com quintas de jazz!), parque, restaurante, SAQ... mais duas adiante e tem também o banco, a farmácia, cafés, lojinhas, floristas, igreja (falo do bazar minha gente, que é ótimo, mas quem quiser pra rezar ela também é ótima). Algumas quadras no sentido contrário tem amiguinhos da rua (Van e Mu, Paula e Boto, Mimi e Germain), supermercado e mais farmácia. Três quadras depois do metrô tem até um... rio! Que serve muito bem pra nos lembrar que estamos numa grande ilha. Enfim, tudo à 15 minutos do centro da cidade de metrô.
Bem, mas até aí nada além do mínimo que um bairro deve oferecer pra ser reconhecido como tal: serviços. Agora vem o tchan da coisa: o charme do bairro não está em ter esse comércio disponível, mas justamente no fato de ser um comércio tão peculiar, tão próprio, tão fofinho. As lojas conhecidas, os grandes magazines, estes não estão por aqui não. O que tem são lojinhas familiares, uma coisa meio Visconde de Mauá, meio cidade do interior, meio cenário de novela, sabe?
Resumindo, Ahuntsic, com esse nome esquisito e onomatopéico mesmo, é um condomínio de 23 km quadrados onde 125 mil moradores vivem como numa casinha de sapê. Quem tá em dúvida do que será que será pode começar a vida por aqui que não vai se arrepender. O clima de cidade do interior reina e a vida parece pura e nos eixos. Ahuntisic é meu Canadá, meu Canadazinho.
Numa manhã de sábado, Ahuntsic amanheceu assim:
Vou lançar uma campanha: "Fale do seu Bairro", estilo João Buracão. Pode falar bem ou mal, desde que fale a verdade! Ajuda muito quem está pra vir e não faz idéia de onde se instalar. E serve pra quem já tá aqui ficar mais por dentro de Montréal também!. Então, meu amigo, minha amiga, fale do seu bairro!
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